Como as marcas potenciam as vendas através do humor
Costuma dizer-se que «tristezas não pagam dívidas» e que «rir é o melhor remédio». São ditados populares que parecem estar a servir de inspiração na forma como as marcas escolhem comunicar com os consumidores. A tendência não é de hoje, mas talvez motivado pela difícil conjuntura económico-financeira, que causa não só desânimo como a quebra do consumo, são cada vez mais as marcas a usar o humor nas suas campanhas publicitárias, tendo como objetivo aproximar-se dos consumidores e, é claro, vender mais.
O humor vende. Ou pelo menos assim parece. Os exemplos de marcas que usam a «boa disposição» como forma preferencial para comunicar com o público são cada vez mais. E a esta fórmula junta-se outra, o mediatismo das personalidades escolhidas para «dar a cara» por elas. A campanha internacional da Nespresso com George Clooney e John Malkovich é um exemplo paradigmático disso mesmo. E junta várias fórmulas claramente vencedoras. Com um recurso muito minimalista às palavras, vemos George Clooney, ator que já foi considerado um dos homens mais sexy do mundo, comprar café e ao sair da loja cai-lhe um piano em cima. Às portas do céu, encontra John Malkovich, entidade divina que está disposta a conceder-lhe mais tempo na Terra, mas com um preço, o saco com café Nespresso que leva na mão.

