A 14.ª edição do Invisível chega ao mercado com 135 mil garrafas produzidas, trata-se do maior lote de sempre deste vinho que é atualmente o maior sucesso da Ervideira.
No total são quase 1 milhão de garrafas no mercado, desde que foi produzido pela primeira vez, em 2009, e de lá para cá, a sua produção foi multiplicada em 15 vezes, chegando agora às 135 mil garrafas.
Duarte Leal da Costa não tem dúvidas ao referir que se “trata de um caso de estudo no mundo dos vinhos, pois muito mais que um ‘Blanc de Noir’, é verdadeiramente um novo estilo de vinho” e explica como se desenrola todo o processo: “a tecnologia acaba por ser simples, e a casta Aragonez, proporciona-se para isso. A vindima é totalmente noturna, para haver menos luz e temperaturas mais baixas, importante para reduzir a oxidação e anular fermentações indesejadas. A máquina ao colher, vibra a videira e as uvas são sacudidas, o que provoca o rompimento da pelicula e a saída de parte do sumo. Este mesmo sumo que tem que ser de imediato levado para a adega, sofre um choque extremo de frio, para que a matéria corante existente, destabilize e precipite, retirando-se o sumo a limpo, já noutro depósito de inox, faz-se circular bentonite, que é uma argila com carga elétrica elevada e que não se dissolve no vinho. Esta argila, funciona como um íman e agarra partículas que em conjunto voltam a precipitar. Eis que se encontra um sumo clarinho, pronto a fermentar e a dar origem a um vinho – Invisível”.

