- Apenas 52% das empresas dispõem de ferramentas tecnológicas para a prevenção de fraude e corrupção e cerca de um terço não tem uma estrutura definida para prevenir a ocorrência de corrupção e outras infrações conexas;
- Um terço das empresas (37%) consideram que se verificou um aumento ligeiro de fraude no mercado empresarial no último ano e 18% consideram que esse aumento foi significativo;
- 23% das empresas inquiridas experienciaram eventos de fraude ou conduta imprópria no último ano e 16% admitiram que a sua empresa perdeu receitas em resultado disso nos últimos dois anos.
Apesar de a larga maioria das empresas portuguesas (92%) considerar muito importante a utilização de tecnologia na prevenção de fraude e corrupção, apenas 52% dispõem de ferramentas tecnológicas para o efeito. As conclusões são do estudo da Deloitte ‘Corruption & Fraud Survey’ de 2023, o qual revela igualmente que, entre as que afirmam dispor desse tipo de suporte, a utilização de ferramentas especializadas de analytics para a deteção de fraude (39%) e ferramentas para background checks (38%) são identificadas como as mais comuns.

